Embora o título possa sugerir algum tipo de piadinha ou pensamentos dignos de filmes do Spilber, a ideia do post é bem diferente. Tem gente que engravida sem querer, outros casais que tentam, tentam e não conseguem, também há quem fique um bom tempo fazendo tratamentos e há quem planeja e consegue resultados imediatos. Digamos que eu perteço ao primeiro e último grupo. O primeiro filho não foi planejado, embora sempre tenha sido desejado. Já o segundo, esse que cresce dentro do meu ventre, foi, digamos assim, calculado. Isso só foi possível porque meu marido e eu somos praticamentes do método Billings ou método da ovulação.
Graças a essa modalidade de planejamento familiar, a mulher, com o tempo, conhece tão bem o funcionamento do seu corpo que sabe exatamente quando está fértil. Essa informação serve tanto para evitar um novo filho como para aumentar a família. Por conta disso, sei exatamente o dia em que engravidei e quanto tempo de gestação estou. Na primeira tentativa já alcançamos o objetivo. Claro que depende de casal para casal. Pois se a mulher naquele mês não liberar o óvulo será preciso outras tentativas. Também há situações em que um dos dois tem algum tipo de problema e o melhor é a ajuda médica.
Mas o mais bonito do método da ovulação é deixar o seu corpo ser o que ele é. Não ficar dependendo de produtos químicos. Além disso tem a participação incondicional do parceiro. Não fica todo o peso dessa responsabilidade sobre a mulher. Quantas mulheres conheço que sofrem de pressão alta, dores de cabeça e ganham peso por causa dos anticoncepcionais. E se alguém duvida da eficiência do método, faz cinco anos que uso o Billings (depois do nascimento do primeiro filho) e só engravidei agora porque quis. Abaixo tem uma fotinho da capa do livro que fala sobre o assunto. Mas não é uma leitura que vai ensinar a usar o método. É preciso fazer um curso, com pessoas capacitadas. Fica a dica.

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